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Resistência de São Borja na Guerra do Paraguai 

Por Ramão Aguilhar

06/06/2021 10h44Atualizado há 2 semanas
Por: Isaac Cardoso

No próximo dia 10 de junho de 2021 estaremos comemorando os 156 anos da Resistência de São Borja, na Guerra do Paraguai. Maior demonstração de coragem e patriotismo, na defesa da soberania da Pátria, pelos nossos antepassados, que não fraquejaram diante do numeroso e temido exército inimigo. A Guerra da Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai) é considerada o mais sangrento conflito da América Latina e deixou 300 mil paraguaios mortos. "O combate de São Borja foi travado no dia 10 de junho de 1865 durante o início da invasão paraguaia do Rio Grande do Sul sob o contexto da Guerra do Paraguai." "Mesmo após a desastrosa derrota na Batalha de Riachuelo, os soldados paraguaios seguiam avançando por terra em direção ao Rio Grande do Sul, sob o comando do Tenente-Coronel Antonio de la Cruz Estigarribia" "A partir daquele ponto, Estigarribia iniciou os preparativos da ofensiva e, à sua disposição, estava 6.000 homens. Na manhã do dia 10 de junho de 1865, a pé e de canoa, aos poucos suas tropas atravessaram o rio Uruguai. O Coronel Antônio Fernandes Lima, chefe das forças imperiais de fronteira, foi avisado sobre movimentações paraguaias do outro lado do rio mas este não acreditou na rapidez dos preparativos destes. O Coronel ordenou que suas forças de 2.000 soldados marchassem sem pressa em direção dos paraguaios.[1]" Às 10 horas da manhã os paraguaios iniciaram o ataque a São Borja encontrando uma fraca resistência de lanceiros comandados pelo Coronel Ferreira Guimarães.[1] Após cerca de 4 horas de confronto chegaram ao local reforços do 1ª Batalhão de Voluntários da Pátria sob o comando do Tenente-Coronel João Manuel Mena Barreto, os quais encontraram os paraguaios penetrando na cidade, embocadura da Rua São João (depois Rua General Marques). 1.400 invasores da coluna do cap. Diogo Alvarenga foram atacados a baioneta por duzentos infantes, comandados por Floriano Peixoto, futuro Presidente da República [2]. Ainda que o número de reforços fosse de apenas 650 soldados foi suficiente para manterem posição por dois dias, dando tempo para que a população local pudesse ser evacuada com segurança. Logo após, no dia 12 de junho, a vila foi abandonada pelos brasileiros sendo ocupada e saqueada pelos paraguaios por uma semana. No dia 19 os paraguaios, animados pela vitória.

Ramão Rodrigues Aguilar - Pesquisador Cultural 

Fonte: Wikipedia/Google.

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