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Conselho do Inter aprova com ressalvas contas da gestão 2020

Clube terminou o último ano com o maior déficit da história, na casa dos R$ 90 milhões

30/04/2021 08h41
Por: Redação
Fonte: Globo Esporte

O Conselho Deliberativo do Inter decidiu aprovar com ressalvas as contas da gestão do presidente Marcelo Medeiros em 2020, que terminou com o maior déficit da história do clube. A votação foi iniciada na quarta-feira e encerrada nesta quinta.

A votação contou com a participação de 276 conselheiros. Deste total, a maioria optou pela aprovação – 86 votaram pela aprovação e 90 pela aprovação com ressalvas. Outros 100 conselheiros votaram pela reprovação das contas do ano passado.

O balanço apresentado no início do mês sobre o exercício do ano passado fechou na casa dos R$ 90 milhões. O documento foi elaborado por uma auditoria independente contratada pelo clube e nos próximos dias deve ser publicado no Portal de Transparência do clube. 

Os números negativos são resultado das dificuldades financeiras que assolam o clube nos últimos anos e que foram agravadas pela pandemia do coronavírus. Eles superam, inclusive, a estimativa de prejuízo feita pela gestão anterior para 2020.

Em outubro passado, a diretoria colorada, sob a gestão de Marcelo Medeiros, refez os cálculos do orçamento já sob efeitos da paralisação do futebol e dos jogos sem público. O déficit estimado era de R$ 63 milhões – R$ 50 milhões a mais do que o valor projetado em janeiro de 2020.

O valor foi quase 50% maior do que o projetado e ficará próximo dos R$ 90 milhões. E assim, o Inter encerrou 2020 com o maior déficit de sua história.

O recorde negativo anterior era de 2017, quando o clube registrou R$ 62 milhões de déficit. O clube tem fechado os anos no negativo desde 2016. O último superávit é de 2015, com R$ 27,5 milhões de resultado positivo.

O rombo nas contas obrigou o Inter a adotar medidas mais drásticas. No início do mês, cerca de 60 funcionários foram demitidos, como parte de um plano de restruturação interna para reduzir gastos e cumprir a meta de encerrar 2021 ao menos no "zero". 

 Foto: Eduardo Deconto/ge.globo

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