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Buscas por bombeiros desaparecidos no incêndio em Porto Alegre, já duram mais de 24 horas

Um tenente e um sargento desaparecem nos escombros do prédio da SSP enquanto trabalhavam no combate ao incêndio

16/07/2021 10h21Atualizado há 1 semana
Por: Redação
Fonte: BEI
Foto: Divulgação/Ascom IGP
Foto: Divulgação/Ascom IGP

Já duram mais de 24 horas as buscas pelos dois bombeiros que desapareceram durante o combate ao incêndio que atingiu o prédio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), em Porto Alegre. O tenente Deroci de Almeida da Costa e o sargento Lúcio Ubirajara de Freitas Munhós desapareceram nos escombros desde a noite da última quarta-feira. 

Uma equipe do canil do 4º Batalhão de Bombeiro Militar (4º BBM) de Santa Maria ajuda nas buscas pelos dois bombeiros. Os cães Moli e Guapo estão trabalhando junto com os soldados Estefânio e Machado e com o sargento Brum. 

A última nota oficial divulgada pelo Corpo de Bombeiro Militar do Estado (CBMRS) foi às 19h55min de quinta-feira, informando que as equipes seguiam trabalhando na ocorrência do incêndio realizado o rescaldo e buscas aos dois bombeiros militares desaparecidos.

Os profissionais:

O 1º tenente Deroci, 46 anos, trabalhava como oficial de serviço de dia. Ele é natural de Rio Grande, na região sul do Estado, e mora em Porto Alegre.

Já o 2º sargento Munhós, 51 anos, estava de folga e deslocou-se voluntariamente para auxiliar os colegas. Munhós é natural de Lavras do Sul, na Região Central, mas mora em Viamão há mais de 31 anos. Conforme familiares, a irmã do 2º sargento, que mora em outro estado, chegou na quinta-feira na Capital para acompanhar as buscas. 

Como foi:

De acordo com o governador do Estado Eduardo Leite, o incêndio no prédio que abrange serviços administrativos da SSP e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seapen), começou na noite de quarta-feira e às 21h39min os bombeiros foram acionados. As primeiras guarnições a atender a ocorrência chegaram ao local em um intervalo de três a quatro minutos após o chamado. No total, mais de 70 pessoas entre bombeiros civis e bombeiros voluntários atuaram para combater as chamas. Um grupo de 40 a 50 servidores que trabalham no turno da noite estava no prédio quando as chamas começaram, e todos conseguiram deixar o imóvel.

Investigações:

Um inquérito policial foi aberto pela Polícia Civil para apurar as causas do incêndio. O caso está sendo investigado como incêndio culposo, mas, como nenhuma hipótese pode ser descartada, a verificação do caso também passará pela possibilidade de incêndio criminoso. 

O Instituto-Geral de Perícias (IGP) acredita que não será possível esclarecer totalmente as causas do incêndio. Pois o local onde testemunhas disseram que as chamas teriam começado, no 4º andar do prédio, desabou em partes com o fogo.

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