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Intervalo entre doses da AstraZeneca e da Pfizer será reduzido no Estado

Em decorrência da suspeita da variante Delta no Rio Grande do Sul, imunização deverá ser antecipada

13/07/2021 13h57Atualizado há 2 semanas
Por: Redação
Fonte: Diário de Santa Maria
Foto: Leonardo Catto (Diário)
Foto: Leonardo Catto (Diário)

Depois de registrar dois casos suspeitos da variante Delta (com origem na Índia) em investigação no Estado, o Rio Grande do Sul reduziu o prazo de intervalo de aplicação entre as doses das vacinas AstraZeneca e Pfizer. 

O objetivo é garantir melhor resposta imune para essa nova variante, uma vez que apenas uma dose é pouco efetiva. A decisão foi tomada durante reunião da Secretaria da Saúde (SES) e o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS).

Foi considerado que a SES tem 687.105 doses da AstraZeneca reservadas na Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi) para serem distribuídas às Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs) e aos municípios nos próximos dias. Quanto a Pfizer, o adiantamento da aplicação não trará impacto neste momento, uma vez que não há remessas com prazo para dose 2 até o início de agosto.

Todas as remessas daqui para frente que o Estado receber dessas duas fabricantes utilizarão o intervalo de 10 semanas. De acordo com a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica, do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Tani Ranieri, este intervalo diminui individualmente a proteção contra a doença, mas é efetiva para interromper uma possível circulação da variante Delta. Isso significa um adiantamento de duas semanas na D2, mas todo o planejamento restante segue o mesmo. Ou seja, a aplicação em primeira dose para todos gaúchos acima de 18 anos segue prevista para 20 de setembro.

LACTANTES

Também foi definido que lactantes, mães que estejam amamentando bebês com até 11 meses e 29 dias poderão se vacinar independentemente da faixa etária. Essa estratégia visa a proteção dos bebês ao serem amamentados por mães vacinadas. Não serão distribuídas doses extras para esse grupo, e a organização desta população ficará a cargo dos municípios.

CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos, 11 meses e 29 dias que apresentem comorbidades poderão ser vacinadas com a Pfizer. Esta vacina possui aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a faixa etária. Todas as pessoas com essa idade que vieram a óbito no Rio Grande do Sul tinham alguma comorbidade, segundo o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs). Este grupo começará a ser vacinado a partir da próxima distribuição, em que o Estado enviará doses específicas para a faixa etária. O Cevs publicará nota técnica especificando as comorbidades que serão abrangidas.

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