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Quase mil focos de Aedes aegypti são registrados em São Borja este ano

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11/06/2021 14h12
Por: Redação
Fonte: Comunicação Social Prefeitura de São Borja
Reprodução
Reprodução

A Vigilância em Saúde em São Borja, ligado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirma que, nas últimas semanas, vem crescendo mais rapidamente a incidência de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue chikungunya, zika vírus e febre amarela. Este ano, de janeiro até 5 de junho, já são 918 focos contabilizados.

A veterinária Janaina Leivas, responsável técnica pelas ações de monitoramento no setor, ressalta que, além dos fatores adversos em âmbito local, também segue a preocupação com o avanço da proliferação do Aedes em regiões próximas a São Borja. É o caso de áreas na fronteira argentina e, ainda no Rio Grande do Sul, em municípios próximos, nas Missões e no Noroeste gaúcho. “Além da grande disseminação do mosquito, temos no Estado o registro de óbitos e pessoas doentes”, diz ela. Acrescenta que, este ano, além da dengue - sempre mais prevalente-, existe também o problema da febre Chikungunya. “Isso impõe a necessidade de a população redobrar ações de vigilância”, recomenda Janaina.

“É indispensável reforçar o apelo para que a população, pelo menos uma vez na semana, revise depósitos de água parada, de lixo ou de materiais em decomposição, nos pátios e no ambiente doméstico”, recomenda a técnica do Serviço de Vigilância em Saúde. Terrenos baldios, depósitos de sucatas e pneus velhos em situação de descarte também devem merecer atenção permanente. Janaina Leivas observa que a Saúde municipal mantêm em ação permanente sua equipe de agentes de endemias, “mas é muito trabalho só para eles, já que são mais de 24 mil imóveis a serem monitorados”.
A secretária municipal de Saúde, Sabrina Loureiro, observa que “a mesma atenção e preocupação dispensadas em relação à pandemia da Covid-19, precisam igualmente ocorrer em relação ao Aedes aegypti”. Ela acrescenta que não custa lembrar que o mosquito é vetor para um número maior de patologias e que, dependendo do caso, elas podem ser letais”. A secretária lembra que, como as pessoas estão mais tempo em casa em função da pandemia, dá para intensificar os cuidados de modo geral.

Para a segunda quinzena de agosto, o Ministério da Saúde deve confirmar a realização em todo o país de mais uma edição do LIRA. Trata-se de Levantamento de Índice Rápido para o Aedes e que terá a realização da terceira edição este ano.

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